jeudi 9 juillet 2009

O BLOG MUDOU DE ENDEREÇO!


E o endereço, desde novembro de 2007, é:



Estava escrito no posto abaixo, mas infelizmente acho que não deu pra perceber....


Desculpa gente! Espero vocês lá!

mardi 20 novembre 2007

AS SEQUÊNCIAS SÃO NATURAIS...

Por pura falta de espaço (usei e abusei das imagens dos mais variados tamanhos neste um ano de Certas Linhas Tortas) o blogger me deu a opção de mudar de endereço ou ter um blog da "espécie" paga.... alcancei a incrível marca de 99% de espaço utilizado!!!
Preferi mudar o endereço. Não será uma mudança tão grande assim, afinal.

Então, confirmando o novo endereço (guarde nos favoritos!):

E não esquece viu... Mesmo as novidades estando por lá, pode voltar quando quiser para ler os artigos e poemas que ficaram por aqui, ver as fotos, curtir o cantinho, me fazer perguntas... eu estarei em cada um esperando por você tá bom!

lundi 5 novembre 2007

PRECEDENTE

Os tolos
preconceitos
se envolvem
nos preceitos
de vida...
E, consolo,
devolvem
a guarida
aos que
buscavam
perdidos,
um conceito
qualquer
para existir.

dimanche 28 octobre 2007

Meios

Princípio
Início
O meio
De
chegar
ao
Fim

vendredi 19 octobre 2007

IMAGINAÇÃO

Eu tentei sem realmente tentar
Dobrar a esquina pra não te encontrar...
Uma manobra tola, sem sentido
Apenas para não dar ouvidos
Rodar as ruas e me perder...
De ti, de nós, desta loucura...
Objeto único de meu respirar.
Precisava me afastar
Largar todas as amarras
Assumir todas as garras
Sumir e renegar
Minha gana de amar
Apaixonar...
Bastou que tuas palavras voltassem
Assim, no vento, me contassem
Lentos passos chegando
Instintos aguçados ameaçando
A paixão não mais só minha
Minha fantasia.

samedi 13 octobre 2007

POR CAUSA DA SOLIDÃO

Eu não nasci para ser amada
eu nasci para me entregar
para dar a alguém
tudo o que o que sou capaz...
Na madrugada que passa
eu continuo a buscar
alguém que entenda meu jeito,
e perceba que meu defeito
é só querer dar amor...
Mas a angústia se torna gigante
No mesmo derradeiro instante
Em que começo a chorar
Quando o que encontro é ninguém
para amar...
Ai, saudade vem ficar comigo
Que a solidão tem sido um castigo...
E a felicidade já partiu
Só não me viu, chorar...
Vai-te noite... eu quero o dia
que o silêncio não é companhia
A solidão do mar
É bem melhor de vencer
Do que a dor de amar
só... em meio à multidão...
Parte, noite não quero teus sonhos
Meus olhos tristonhos
Estão prestes a se fechar...
E este aperto no coração
Vem com sofreguidão
Agredir a minha vida...
Quero a luz do amanhecer
Para pensar em viver
Com a liberdade
de uma realidade
que não se pode perder...
Ah, noite... tua escuridão
Me maltrata e não da paz
Fico andando pelas ruas
Cantando canções tão tuas
Desequilibradas como eu
mas que são o que me
restante consolo
Tanto amor contido em mim
E esta solidão sem fim
Que não deseja partir....
Tanta gente calada, tanta gente
cheia de graça...
e eu aqui...
Querendo amar sem pedir nada
E continuando o caminho
Sem encontrar ninguém na estrada
Que perceba minha solidão...

(Arrumando velhos papéis hoje de manhã achei vários poemas guardados, entre eles este aqui que neu fiz quando tinha vinte anos... muita solidão pra 20 anos... mas... deixa aí... )

samedi 6 octobre 2007

SACRO SEMENTE

Instantes
de impaciência
a ciência
de antes
estar
ciente de
nunca
alçar
vôos
desnecessários...
para depois
se libertar
e alcançar
o momento
sacremento
divina divisão
do tempo
inexistente...
semente
da eternidade
dentro de
si.

vendredi 28 septembre 2007

ULTIMA RATIO RERUM

Infiéis.
Eis o que sois
Diante
Da imensidão
De dor
Do avassalamento
total
Anunciado
Pelos infernos.
Preferistes os falsos céus
Preteristes a ferida
verdadeira
Por uns dias a mais
Enganosos...
Impostores, eis o
que sois!
Nós ao menos somos
reais...
infernais,
disgraciosos
miseráveis,
mas reais...
Que vossos céus
Vos recebam hoje
e para sempre
Porque aqui no nosso
inferno não haverá
mais lugar
para vós e
para vossas
mentiras e
fraquezas.
Nem hoje.
Nem nunca.
Nem sempre.
E esta é a
derradeira
resolução.

*Ultima ratio rerum - A Última Resolução

samedi 22 septembre 2007

Medo nos Olhos

Eu grito
Grito alto
E mais alto ainda
Tão alto
Que ensurdeço
de raiva
o passante escolhido...
e encolhida me
desqualifico
para não sofrer.
Grito de raiva
esbravejo e calo
para gritar um pouco
mais...
uns gritos
menos
altos
mais gritos
roucos...
E no entanto
grito
tanto
que acabo
acreditando no
medo que
meus olhos
têm.

dimanche 16 septembre 2007

Acróstico Interrompido

Todos os dias
Esperariam para ser
Rosas e margaridas
E formariam buquês...
Mas eu interrompo
este acróstico
como tua vida foi
interrompida
Para te desejar
Feliz aniversário
sem meandros
e sem versos rimados,
mas com muito amor
e meu
coração por
inteiro
Porque o poema,
Mãe,
Tu já o foste...
em vida.

(Terezinha Soares Bulos, 16.09.1943 - 01.08.2007 Feliz Aniversário mãezinha, seja lá em que lugar a senhora estiver! Até breve)

dimanche 9 septembre 2007

Folha de Chá

Fiquei te olhando
Transparente
Como a água
do meu chá
antes de se misturar...
Esperando uma reação
Esperando uma palavra qualquer
Ansiando por teus gestos
Querendo ser a guitarra
O piano, a folha da árvore caída
no chão que juntarias...
mas não...
Continuei olhando e
e tudo não passou
de um mal entendido
de um sentimento escondido
só em mim
só em mim
só em mim...

dimanche 2 septembre 2007

AMAR DIANTE DO ESPELHO

Eu te amo porque me vês tal qual
Sou, serei e nunca talvez igual
Eu te amo porque me desejas
assim
Com tudo o que há de de bom e mau
em mim
Eu te amo porque me olhas ardentemente
E o desejo acende, tudo rompe e de tudo
independe
Eu te amo porque somos partes
Somos incondicionalmente a arte
De um reflexo que só a vida é capaz de nos dar
Eu te amo e o que vivemos é o abandono de nós,
o supremo mandamento a lei única da existência,
emblemática do que somos
E entre nós não há paredes sintomáticas
Há somente a essência do amor, puro, sem danos.
Sei quem és, te aceito em teu nome, amém.
Sabes quem sou, me aceitas em meu nome, amém.